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Siderópolis – SC

A violência contra mulher, é uma “ferramenta” que é usada para deixar a mulher com medo de fazer o que ela tem vontade.

Porém, não somente a física que está em jogo, talvez até pior que a física, é a violência psicológica!

Muitas mulheres sofrem calada e com muito medo, pois a violência psicológica é a forma mais subjetiva de agressão contra a mulher.

Violência psicológica, esta é a forma mais subjetiva e, por isso, difícil de identificar.

Para romper esse silêncio, desde 1981 o movimento feminista comemora em 25 de novembro, o Dia Internacional da Não Violência contra a Mulher.

Segundo definição da OMS, ela é entendida como:

Qualquer conduta que lhe cause dano emocional e diminuição da autoestima ou que lhe prejudique e perturbe o pleno desenvolvimento ou que vise degradar ou controlar suas ações, comportamentos, crenças e decisões, mediante ameaça, constrangimento, humilhação, manipulação, isolamento, vigilância constante, perseguição contumaz, insulto, chantagem, ridicularização, exploração e limitação do direito de ir e vir ou qualquer outro meio que lhe cause prejuízo à saúde psicológica e à autodeterminação.

Em SC, já temos 28 feminicídios em 2020 e mais de 6.500 casos registrados de violência contra mulher.


Tem que haver um basta, pois as mulheres não são objetos de uso de ninguém. Onde há amor, não há violência, se há violência, o objetivo é outro, é de sacrificar a felicidade de um dos lados.


Quantas mulheres ainda vão morrer?
Mulheres, não se calem! As mulheres não podem aceitar qualquer tipo de violência.

Se tem violência, não há amor!

Denuncie sem medo!

Por: Sabrina Machado

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